Planos desatualizados e não testados são a principal causa de falhas de Disaster Recovery

Colocar em prática planos de Disaster Recovery (DR) não é algo simples. Uma estratégia mal traçada pode deixar em risco os negócios e toda a Governança da empresa. Por isso, ter um plano de Recuperação de Desastres se tornou mais complexo nos dias atuais pela integração de dados. É necessário, portanto, dispor de uma tecnologia capaz de proteger os sistemas e as informações de forma adequada em casos de desastres naturais ou mesmo ataque de hackers.

Mesmo assim, segundo a Forrester Research, somente 14% das empresas fazem a atualização contínua dos planos de DR, ficando suscetíveis a falhas de disponibilidade de dados e aplicações, e em desacordo com as regulamentações da indústria e órgãos do governo. Ainda é comum em muitas organizações processos manuais caros, não escaláveis, resultando em planos que se tornam facilmente obsoletos.

Pensando em resolver de vez esses gargalos, a Veeam lançou uma solução que é uma verdadeira engenharia de recuperação de desastres. O Veeam Availability Orchestrator resolve esses problemas por ser uma solução que “orquestra” a recuperação de desastres, reduzindo tempo de parada, custos e esforços.

A solução, desenvolvida com foco na disponibilidade para o mercado Enterprise, fornece um mecanismo rico em capacidades de planejamento, documentação automatizada e testes para a preparação e compliance, com suporte total para as réplicas do Veeam Backup & Replication™. Também reporta as principais métricas para executivos C-Level e outras partes interessadas, tornando mais fácil a conformidade com regulamentações e auditorias.

A Triple S é especializada em tecnologias Veeam e está capacitada a desenvolver e implementar projetos de Disaster Recovery. Entre em contato conosco e saiba mais sobre os benefícios de ter um plano de recuperação de desastres seguro e de acordo com a compliance da sua indústria.

Em casos de desastres, quanto mais rápido a sua empresa for capaz de restabelecer a capacidade de produção, menores serão os prejuízos econômicos.


Por: Marcos Ferrari


 

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